
É este o sentimento depois de um dia cheio de atividades na Ilha da Berlenga.
Embora estivesse o templo nublado, chegada à ilha pareceu-nos um lugar longínquo, bem distante das paisagens a que estamos habituados.

Para começar, tivemos uma pequena conversa com os instrutores de mergulho que nos explicaram os equipamentos, o seu funcionamento e quais os principais gestos que devemos utilizar debaixo de água quando algo está bem ou mal. Era hora de apanhar o barco e passarmos à ação. Esperávam-nos vários instrutores que nos iriam acompanhar na nossa jornada pelo fundo do mar. Debaixo de água, pudemos observar várias espécies marinhas até uma âncora de um navio naufragado.

Mas o dia não foi só passado no oceano. Para além do mergulho, tivemos oportunidade de conhecer um pouco mais da biodiversidade da Berlenga numa visita à ilha e ao seu farol, onde tivemos uma vista panorâmica fantástica.

De volta a Peniche, tivemos um wokshop de marinharia com um representante da FORMAR. Em exposição pudemos ver vários meios de pesca de diferentes espécies como as redes e os anzóis, alguns dos nós utilizados e meios de salvamente que habitualmente existem nas embarcações. Para além de vermos, pudemos aprender e fazer alguns dos nós usados pelos marinheiros: laios-guia, nó-torto, nó de bombeiro e o cochim.