
Na ilha os jovens foram recebidos por Bruno Ribeiro, biólogo marinho e instrutor da Haliotis Peniche, que os acompanhou durante a experiência de mergulho. O instrutor explicou o funcionamento da garrafa de ar e do restante equipamento, os sinais usados para comunicar, os cuidados a ter debaixo de água e como respirar e ajustar a pressão nos ouvidos.

Equipados e acompanhados individualmente por um instrutor os jovens mergulharam nas águas cristalinas das Berlengas para conhecer os animais marinhos que por ali habitam.

Depois de uma tarde passada na praia os jovens aventuraram-se pela ilha para chegarem ao farol. Aí foram recebidos pelo faroleiro, Paulo Rosa, que os acompanhou na subida. O farol das Berlengas está ativo desde 1826, altura em que funcionava com 16 candeeiros, no século XIX é instalado um hiper-radiante com um alcance de 16 milhas e a partir de 1985 passa a funcionar automaticamente. 
Normalmente aceso entre as 7h e as 20h, o farol das Berlengas gasta 400 watts por dia que são produzidos através de energia solar. Este é o único farol no país que, desde 2009, funciona a energia solar. 
Com uma viagem já mais calma os jovens voltaram a Peniche e à ESTM para uma noite tranquila de convívio e de preparação das surpresas de amanhã.
